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Você sabe usar a vírgula corretamente? Aprenda 10 regras simples

Uma das competências que você deve ter na hora de fazer a redação no Enem é o domínio da norma padrão da língua escrita. O uso da vírgula, por exemplo, é um tópico que muitos estudantes ainda não compreendem corretamente e por este motivo acabam perdendo pontos. Para você que ainda tem dúvida na hora de utilizar a vírgula em sua redação, confira essas 10 dicas que separamos para você:

1.Enumeração de mais de dois elementos:

Ex. O Enem é composto pelas competências matemática (1), ciências da natureza (2), ciências humanas (3), linguagens (4) e redação (5).

2. Para isolar o aposto explicativo (usar duas vírgulas):

Ex. A Pré ETEP, o mais completo pré-vestibular do Brasil, lançou recentemente o novo curso Redação na Prática.

(Aposto: “o mais completo pré-vestibular online do Brasil. ”)

3.Para isolar o vocativo

Ex. Juliana, parabéns pela aprovação no vestibular!

(Vocativo: Juliana)

4.Para marcar a supressão do verbo em uma oração

Ex. Eu fiz faculdade de medicina; ele, de economia.

(Verbo “fazer” suprimido)

5. Para separar as orações que não apresentem conjunções que as interliguem:

Ex. Decidiu começar a estudar para passar no curso dos seus sonhos, pesquisou, descobriu se inscreveu na Pré ETEP, fez o vestibular, foi aprovado.

6.Para isolar certas expressões exemplificativas, conformação e conjunções: Além disso, por exemplo, isto é, ou seja, a saber, aliás, ou melhor, ou antes, com efeito, a meu ver, por assim dizer, por outra, entretanto, no entanto, por isso, logo etc.

Ex. É muito importante fazer atividade física durante sua rotina de estudos, por exemplo, realizar uma caminhada ao ar livre.

7. Antes das conjunções: mas, porém, pois, embora, contudo, todavia, portanto, logo:

Ex. Sei que você não gosta de estudar durante o feriado, mas será preciso para fazer um bom exame.

8.Antes de locuções adversativas como “e sim”, “e não”. Entretanto, não se devem isolar essas locuções adversativas com vírgula. Usa-se somente uma, precedendo-as:

Ex. Hoje estudarei matemática, e não Física.

Ex. Decidi que Engenharia não é minha vocação, e sim Comunicação.

9.Para separar, nas datas, o lugar, nos endereços, o número:

Ex. Belo Horizonte, 13 de novembro de 2008.

Ex. Rua da Alegria, nº 30.

10. Antes de “e”, quando as orações apresentarem sujeitos diferentes ou quando o “e” se repetir:

Ex. Fez-se o céu, e a terra, e o mar.

Ex. João acertou 7 questões, e Pedro acertou 9.

Dia do desafio ETEP mobiliza alunos do Ensino Médio

Na última quarta-feira (25), a população de 3.444 cidades de 19 países participam do Challenge Day, ou Dia do Desafio, uma competição saudável entre cidades e que visa a conscientização de mais qualidade de vida para o cidadão. No Brasil, são 1.323 municípios totalizando a adesão de 20 Estados.

No Vale do Paraíba foram várias cidades envolvidas, como São José dos Campos, Jacareí e Taubaté, com programação diversificada que envolveu caminhada, corrida, jogos diversos, zumba, artes marciais e outras ações. O objetivo foi calcular no final qual dos municípios foi capaz de mobiliza o maior percentual de moradores em pelo menos 15 minutos de exercícios físicos.

A ETEP não ficou de fora, com seu próprio Dia do Desafio os alunos do Ensino Médio Técnico se envolveram em diversas atividades como: Queimada, Pula Corda em grupo, Cabo de Guerra, Alongamento, dentre outras. O desafio mobilizou mais 200 alunos do colégio.

Alunos da ETEP preparam embarque para campeonato internacional de robótica

Ansiosos, estudantes esperam trazer na mala prêmios e muitas experiências positivas. Viagem acontece na próxima terça-feira (08)

A ansiedade toma conta de um grupo de cerca de 30 alunos do ensino médio e cursos técnicos da ETEP – Escola Técnica Professor Everardo Passos que participam do maior campeonato de robótica do mundo. Estes alunos embarcam para Nova York (EUA), na próxima terça-feira (08), para apresentar o robô que representará a equipe no FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology).

A maioria do time espera trazer de volta na mala, além de prêmios, muitas experiências positivas. “O nosso processo de construção do robô foi muito produtivo. Enfrentamos desafios e nos unimos bastante. Fizemos tudo direitinho, dentro do prazo e estou torcendo para conquistar o máximo de prêmios”, comenta Bruno Marques, de 16 anos, aluno do curso técnico em eletrônica.

“Eles enfrentaram desafios, superaram dificuldades, abusaram da criatividade e das inovações. Tudo isso é uma soma extremamente positiva”, completa a coordenadora dos cursos técnicos da ETEP Tânia Campos.

Na edição de 2016, será o 13ª torneio que a ETEP disputará, tendo conquistado 18 prêmios, inclusive o mais cobiçado que é o Charman’s Award em dois anos (2007 no Brasil e 2012 em Nova Iorque), enfrentando equipes como NASA, GM e J&J americana, entre outras.

“Não existe nenhum projeto educacional como o programa FIRST. Ele faz com que os alunos entendam o verdadeiro significado de disciplina, a importância da dedicação e cumprimento de horários e prazos, desenvolvem a criatividade, o trabalho em grupo e as multitarefas, aprendendo de uma maneira ordenada”, comenta o professor Ronaldo Vaqueli, um dos orientadores do time.

O robô já foi enviado para Nova York e o time viaja no dia 08 de março, saindo da escola as 17h00. Irão representar a Instituição, 26 alunos e mais 03 professores, sendo 02 dos Cursos Técnicos e 01 da ETEP Faculdades. A Novelis – empresa líder mundial em laminados e em reciclagem de alumínio -, patrocina o time de robótica #1382 na FIRST ® Robotics Competition, competição internacional que vale uma vaga no Campeonato Mundial de Robótica. A edição de 2016 do torneio reunirá 4 mil equipes de alunos do Ensino Médio de diferentes países.

Sobre o FIRST – considerada a maior competição de robótica do mundo, a For Inspiration and Recognition of Science and Technology (FIRST) tem como princípio a formação do espírito de equipe no campo profissional.

Sobre o ETEP Team #1382 – criada em 2004 é uma das poucas equipes brasileiras que participam do FIRST. A cada ano, cerca de 15 alunos entram no time, juntando-se a membros que já estavam na equipe. Aqueles que já se formaram, atuam como mentores, auxiliando os estudantes no desenho e construção do robô e na definição da estratégia.

Serviço

FIRST 2016

Embarque dos alunos: terça-feira (08)

Concentração: 16h, em frente à ETEP (Avenida Barão do Rio Branco, 882 – Jardim Esplanada, São José dos Campos – SP)

Informações à imprensa: Helen Camargo

Telefones: (12) 9 8148-9224 / (12) 3913-3858 R.24

Ensino Médio ETEP tem 35 aprovações em importantes universidades públicas e privadas

Um excelente resultado. Até o momento 35 alunos, de 196 formandos, do Ensino Médio ETEP foram aprovados em grandes universidades Públicas e Privadas.

A forte preparação pela qual passam os alunos do Colégio ETEP no Ensino Médio foi fundamental para os resultados obtidos em 2015.

Confira a lista de aprovados:

  1. Alex Pereira Staduto Maciel – FATEC – Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  2. Ana Júlia de Oliveira Bellini – UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  3. Beatriz Alves dos Santos – UFRJ – Ciências Matemáticas e da Terra
  4. Bianca Carneiro de Sá Ribeiro – UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  5. Bruno Campos – UNIFESP – Engenharia Computação
  6. Caio Campos Martinelli – FATEC – Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  7. César Augusto Siqueira Santos – FATEC – Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  8. Felipe José Costa de Campos – UNIFEI e UFABC – Engenharia Biomédica
  9. Flávia Yumi Ischicura – UNESP – Engenharia de Computação / UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  10. Gabriel Ribeiro Chibeni – PUC – Administração
  11. Gustavo Leonam Nóbrega Gomes – USP / UFPR – Agronomia
  12. Gabriel Ostorero Dias – UNIFEI – Engenharia de Automação e Controle
  13. Gustavo Martins Collaço – UNESP – Engenharia Ambiental / UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  14. Gustavo Santos do Couto – FATEC – Análise e Desenvolvimento de Sistemas
  15. João Cláudio Silva de Carvalho – FATEC – Manutenção de Aeronaves
  16. João Pedro Esteves da Silva – UNIFESP – Engenharia da Computação
  17. Leonardo Corrêa Branco – UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  18. Letícia Silvério Teodoro Cordeiro – UTFPR – Comunicação Organizacional
  19. Luana Sugimoto – UFPR – Engenharia Civil
  20. Marcelo José Guilherme Filho- UFPR – Engenharia Mecânica
  21. Maria Clara Andrade Santos – UFMG – Biblioteconomia
  22. Maria Luisa Santos Moreno Sanches – UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  23. Matheus Vinicius Cirino e Silva – INATEL – Eng. Biomédica
  24. Nathália Ferreira da Silva – USP / UFJF / UFPR – Economia
  25. Nathan Kevin Carvalho – UNIFESP – Ciência e Tecnologia
  26. Pamela Rafaela de Oliveira – IFSP – Matemática
  27. Pedro Spoljaric Gomes – UNIFESP – Engenharia de Computação
  28. Rafael Faria Santana – USP – Engenharia Física
  29. Raul Fernandes Camargo Filho – UFPR – Engenharia Ambiental
  30. Rafaela Regina Martins – CÁSPER LÍBERO – Jornalismo
  31. Tatiane de Campos Redondo – UNIPAMPA – Jornalismo
  32. Thaís Souza Landi Kumamoto – UFPR – Design Gráfico
  33. Thales de Jesus Castro Macedo – FATEC – Projetos de Estruturas Aeronáuticas
  34. Yunaré Valentim de Castro Santos – UESC – Engenharia Mecânica
  35. Yuri Leal Silva- UNIFESP – Engenharia de Materiais
Alunos da ETEP participam do Torneio Regional de Robótica FIRST Lego League, em São Caetano do Sul

Alunos da ETEP participam do Torneio Regional de Robótica FIRST Lego League, em São Caetano do Sul

Doze estudantes irão compor o time que representará a instituição na competição, uma das mais importantes do segmento

Nos próximos dias 13 e 14 de fevereiro, doze alunos do Ensino Médio Técnico da Escola Técnica Professor Everardo Passos – ETEP de São José dos Campos representarão a instituição no Torneio Regional de Robótica FIRST Lego League (FLL®), em São Caetano do Sul. Os estudantes cursam eletrônica, informática, mecânica e mecatrônica e terão como desafio principal pesquisar e apresentar soluções de robótica para resolver problemas na sociedade.

A equipe recebe treinamento semanal e acompanhamento dos professores para a montagem de estratégias, programação dos movimentos do robô e ainda a realização de pesquisas referentes ao tema proposto pela organização do torneiro.

Durante a competição, eles criam o design, constroem e testam o robô totalmente autônomo e capaz de completar as missões, utilizando a tecnologia LEGO MINDSTORMS™.

Para a coordenadora de Cursos Técnicos da ETEP, Tânia Campos, a competição incentiva ainda mais a criatividade e o espírito de equipe dos alunos, através da realização de missões, onde é necessário utilizar além de conhecimentos técnicos, muita habilidade e criatividade. “Será preciso resolver problemas e propor soluções inovadoras. Este ano, a competição incentiva a criação de novos modelos para aprimorar algo que já existe, uma grande experiência e aprendizado proposta aos estudantes”, afirma.

O FLL® é um programa internacional concebido a partir de pesquisas sobre educação. Tem por objetivos: promover o ensino de ciência, tecnologia e matemática para alunos de 9 a 16 anos e fomentar o trabalho colaborativo. Fruto de uma parceria entre FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology), organização norte-americana sem fins lucrativos, e o Grupo LEGO da Dinamarca, a primeira edição do FLL ocorreu em 1998. Atualmente mais de 230.000 alunos de 80 países participam do programa.

As regionais do torneio estão ocorrendo desde novembro do ano passado em diversos estados brasileiros. Nos próximos dias 19 e 21 de fevereiro (sexta e domingo) acontece a última etapa regional em Araras. Os melhores classificados em cada estado irão competir no Torneio Nacional em Brasília, em março de 2016.

Alunos da ETEP recebem orientações para competição internacional de robótica pela TV NASA

Enquanto muitos estudantes ainda estão curtindo as férias, os alunos que fazem parte da equipe de robótica da Escola Técnica Professor Everardo Passos (ETEP), já começam suas atividades.

No sábado (09/01) eles estiveram reunidos na escola para assistir a uma transmissão feita pela TV NASA, na qual foi feita ao vivo e simultaneamente para todo mundo a divulgação o desafio e as regras da edição de 2016 da maior competição de robótica do mundo, a FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology).

“É tudo muito organizado para que nenhuma equipe obtenha alguma informação antecipadamente e seja beneficiada, pois desafio revelado e em posse do kit básico de eletrônica vindo da sede do FIRST nos EUA, cada time tem apenas 6 semanas para projetar e construir seu robô competidor”, explica a coordenadora dos cursos técnicos da ETEP, professora Tânia Campos.

Esta será 13ª edição do torneio que a ETEP disputa, tendo conquistado 22 prêmios, inclusive o mais cobiçado que é o Charman’s Award em dois anos (2007 no Brasil e 2012 em Nova Iorque), enfrentando equipes como NASA, GM e J&J americana, entre outras. Os alunos da escola já estão inclusive inscritos para a regional de Nova Iorque da competição que acontece em março de 2016.

Sobre o ETEP Team #1382 – criada em 2004 é uma das poucas equipes brasileiras que participam do FIRST. A cada ano, cerca de 15 alunos entram no time, juntando-se a membros que já estavam na equipe, somando 30 integrantes. Aqueles que já se formaram, atuam como mentores, auxiliando os estudantes no desenho e construção do robô e na definição da estratégia.

Os novos membros da equipe são formados e selecionados pelo GERA (Grupo de Estudos de Robótica Avançada) criado com o intuito de formar na escola uma comunidade de estudos sobre robótica, composta por alunos dos cursos técnicos da ETEP.

Alunos da ETEP conquistam medalha de bronze na OBR

Alunos da ETEP conquistam medalha de bronze na OBR

Os alunos do 2º ano de mecatrônica Luan Henrique Dias e Gabriel Faglioni Mendes conquistaram a medalha de bronze na OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica – uma das olimpíadas científicas brasileiras apoiadas pelo CNPq. Com mais de 5000 alunos inscritos, a competição que começou em maio, teve sua final realizada no dia 1º de novembro, na cidade de Uberlândia.

A OBR apresentou duas modalidades para adequar-se tanto ao público que nunca viu robótica quanto ao público de escolas que já têm contato com a robótica educacional.

Anualmente a OBR elabora e gere a aplicação de provas teóricas e práticas em todo o Brasil utilizando essa temática. A OBR destina-se a todos os alunos de qualquer escola pública ou privada do ensino fundamental, médio ou técnico em todo o território nacional, e é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos.

Parabéns aos nossos alunos!

Em vários países ao redor do globo estudar e trabalhar pode ser uma ótima oportunidade de aprendizado

Intercâmbio: lugares onde você pode estudar e trabalhar

Fazer um intercâmbio pode ser sinônimo de ficar meses longe de casa, ter mais responsabilidades, se sentir mais independente, conhecer novas culturas e aperfeiçoar um idioma que não seja o seu. Esse é o sonho de muitos jovens brasileiros que desejam estudar e trabalhar em outros países. Conseguir, no entanto, conciliar estudo com trabalho de forma legal nem sempre é fácil, devido às regras que cada lugar adota. Por isso, é preciso pesquisar e saber os destinos onde isso é possível, para que a experiência seja inesquecível e positiva. África do Sul, Nova Zelândia e Irlanda são alguns exemplos de onde os estudantes podem estudar e trabalhar.

Na África do Sul, a regra para os estudantes que chegam em busca de um lugar para estudar e trabalhar é bastante favorável. De acordo com o consulado do país, se a pessoa tem menos de 25 anos de idade e recebeu uma proposta de trabalho, ela pode usar o visto de intercâmbio para trabalhar por até um ano, exercendo suas funções profissionais por até 20 horas semanais. Já no caso de quem vai para lá querendo estudar por até 90 dias, pode viajar com o visto de turista. Apesar de o lugar não oferecer boas oportunidades de emprego, essa pode ser uma boa chance de aperfeiçoar o inglês.

Para quem optar pela Austrália, com suas belas ilhas, é preciso saber que estudar no país por até 12 semanas exige apenas o visto de turismo. Nesse caso, o estudante pode trabalhar 20 horas por semana durante o período letivo e nas férias em período integral. Ficar mais tempo no país exige que a pessoa tire o visto de estudante. Caso queira trabalhar durante esse tempo, é preciso seguir algumas regras, como matricular-se em um curso superior com no mínimo 20 horas de aula por semana, realizar exames médicos e fazer o pagamento integral do curso. Vale lembrar que o visto deve ser solicitado com, pelo menos, dois meses de antecedência. A validade costuma ser dada pelo período do curso, com mais um mês de prorrogação.

No Canadá, estudantes com visto em dia e bons conhecimentos de inglês ou francês não costumam ter dificuldade em encontrar um emprego

No Canadá, estudantes com visto em dia e bons conhecimentos de inglês ou francês não costumam ter dificuldade em encontrar um emprego

Estudar no Canadá exige, obrigatoriamente, que os brasileiros providenciem um visto de estudante com, no mínimo, três meses de antecedência da data de início do curso. Quem estiver matriculado em programas de cursos técnicos ou em alguma universidade, pode trabalhar legalmente no país, sem precisar de nenhum visto especial além do de estudante. No Canadá, não costuma ser difícil conseguir um emprego nessas condições, desde que o aluno tenha um nível avançado de inglês ou francês, dependendo da cidade onde for ficar.

Na Espanha, quem for ficar até três meses não precisa de nenhum tipo de visto, nem mesmo o de turismo. Para um período maior de estudos, no entanto, é preciso requerer o visto no consulado. O país exige um comprovante de matrícula do curso e de residência, um termo de responsabilidade assinado pelos pais ou demonstrativo de renda, atestado médico e seguro saúde. Para trabalhar, é necessário mostrar o contrato enviado pela empresa e autorizado pelo Ministério do Trabalho da Espanha, atestado médico e de antecedentes criminais. Sendo aprovado, o estudante pode trabalhar por até 20 horas por semana.

Dublin é o destino preferido dos estudantes que procuram a Irlanda para estudar e trabalhar

Dublin é o destino preferido dos estudantes que procuram a Irlanda para estudar e trabalhar

O visto de estudante na Irlanda exige que a pessoa esteja matriculada em um curso de, no mínimo, 25 semanas de estudo, com pelo menos 15 horas semanais. O estudante pode trabalhar 20 horas por semana e 40 horas nas férias. A boa notícia é que quem se matricula em um período de seis meses ganha o direito de permanecer no país por até um ano, com direito a emprego remunerado. Na Irlanda, não é preciso ter nenhum conhecimento de inglês para se candidatar ao visto de estudante.

Nos Estados Unidos, os brasileiros, sejam como turistas, estudantes ou trabalhadores, precisam solicitar o visto. Mas, trabalhar na maior potência mundial antes de acabar os estudos vai depender do visto de estudante que a pessoa tenha. Em alguns casos, é possível exercer funções dentro do campus da universidade por, no máximo, 20 horas por semana durante o período letivo e 40 horas semanais nas férias. Em outros casos, os estudantes não são autorizados a trabalhar sob nenhuma hipótese.

A Universidade de Otago, na Nova Zelândia, recebe estudantes do mundo todo

A Universidade de Otago, na Nova Zelândia, recebe estudantes do mundo todo

Na Nova Zelândia, os intercambistas matriculados em cursos que tenham até 14 semanas de duração podem trabalhar no país. A regra, porém, só é válida para as escolas cadastradas pela NZQA (New Zeland Qualifications Authority) e para os alunos que estudem, ao menos, 20 horas por semana, conquistando o direito de trabalhar outras 20 horas semanais. Alunos que estudem no país por mais de 12 meses podem trabalhar integralmente.

Para estudar na França por mais de três meses é preciso solicitar o visto de estudante, levando comprovante de matrícula, termo de responsabilidade assinado pelos pais e a garantia de ter, ao menos, US$ 300 para cada mês de permanência. Com o visto de estudante em mãos, o aluno pode trabalhar por até 20 horas semanais, no campus da universidade ou fora dele. Nas férias, o estudante é autorizado a trabalhar em período integral.

Alguns campus universitários são ótimos para a socialização dos alunos

Alguns campus universitários são ótimos para a socialização dos alunos

A Inglaterra só exige visto de estudante para quem for permanecer mais de seis meses em seu território. Estudantes que obtiverem nível NQF6 podem trabalhar por 20 horas semanais e horário integral nas férias. Os demais estudantes podem exercer suas atividades profissionais por 10 horas por semana. É necessário, em qualquer um dos casos, ter um nível mínimo de inglês.

Quem tiver interesse em estudar no Japão – um dos países mais fascinantes do mundo-, precisa pedir o visto que garante a permanência em território japonês. Para trabalhar com o povo nipônico, no entanto, é preciso uma autorização que deve ser solicitada no Posto de Imigração Regional. Assim, os universitários podem trabalhar por até 28 horas semanais, enquanto os pré-universitários podem exercer atividades profissionais por apenas quatro horas diárias.

Fonte: Pure Viagem

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