Alunos da ETEP recebem orientações para competição internacional de robótica pela TV NASA

Enquanto muitos estudantes ainda estão curtindo as férias, os alunos que fazem parte da equipe de robótica da Escola Técnica Professor Everardo Passos (ETEP), já começam suas atividades.

No sábado (09/01) eles estiveram reunidos na escola para assistir a uma transmissão feita pela TV NASA, na qual foi feita ao vivo e simultaneamente para todo mundo a divulgação o desafio e as regras da edição de 2016 da maior competição de robótica do mundo, a FIRST (For Inspiration and Recognition of Science and Technology).

“É tudo muito organizado para que nenhuma equipe obtenha alguma informação antecipadamente e seja beneficiada, pois desafio revelado e em posse do kit básico de eletrônica vindo da sede do FIRST nos EUA, cada time tem apenas 6 semanas para projetar e construir seu robô competidor”, explica a coordenadora dos cursos técnicos da ETEP, professora Tânia Campos.

Esta será 13ª edição do torneio que a ETEP disputa, tendo conquistado 22 prêmios, inclusive o mais cobiçado que é o Charman’s Award em dois anos (2007 no Brasil e 2012 em Nova Iorque), enfrentando equipes como NASA, GM e J&J americana, entre outras. Os alunos da escola já estão inclusive inscritos para a regional de Nova Iorque da competição que acontece em março de 2016.

Sobre o ETEP Team #1382 – criada em 2004 é uma das poucas equipes brasileiras que participam do FIRST. A cada ano, cerca de 15 alunos entram no time, juntando-se a membros que já estavam na equipe, somando 30 integrantes. Aqueles que já se formaram, atuam como mentores, auxiliando os estudantes no desenho e construção do robô e na definição da estratégia.

Os novos membros da equipe são formados e selecionados pelo GERA (Grupo de Estudos de Robótica Avançada) criado com o intuito de formar na escola uma comunidade de estudos sobre robótica, composta por alunos dos cursos técnicos da ETEP.

Alunos da ETEP conquistam medalha de bronze na OBR

Os alunos do 2º ano de mecatrônica Luan Henrique Dias e Gabriel Faglioni Mendes conquistaram a medalha de bronze na OBR – Olimpíada Brasileira de Robótica – uma das olimpíadas científicas brasileiras apoiadas pelo CNPq. Com mais de 5000 alunos inscritos, a competição que começou em maio, teve sua final realizada no dia 1º de novembro, na cidade de Uberlândia.

A OBR apresentou duas modalidades para adequar-se tanto ao público que nunca viu robótica quanto ao público de escolas que já têm contato com a robótica educacional.

Anualmente a OBR elabora e gere a aplicação de provas teóricas e práticas em todo o Brasil utilizando essa temática. A OBR destina-se a todos os alunos de qualquer escola pública ou privada do ensino fundamental, médio ou técnico em todo o território nacional, e é uma iniciativa pública, gratuita e sem fins lucrativos.

Parabéns aos nossos alunos!

Intercâmbio: lugares onde você pode estudar e trabalhar

Fazer um intercâmbio pode ser sinônimo de ficar meses longe de casa, ter mais responsabilidades, se sentir mais independente, conhecer novas culturas e aperfeiçoar um idioma que não seja o seu. Esse é o sonho de muitos jovens brasileiros que desejam estudar e trabalhar em outros países. Conseguir, no entanto, conciliar estudo com trabalho de forma legal nem sempre é fácil, devido às regras que cada lugar adota. Por isso, é preciso pesquisar e saber os destinos onde isso é possível, para que a experiência seja inesquecível e positiva. África do Sul, Nova Zelândia e Irlanda são alguns exemplos de onde os estudantes podem estudar e trabalhar.

Na África do Sul, a regra para os estudantes que chegam em busca de um lugar para estudar e trabalhar é bastante favorável. De acordo com o consulado do país, se a pessoa tem menos de 25 anos de idade e recebeu uma proposta de trabalho, ela pode usar o visto de intercâmbio para trabalhar por até um ano, exercendo suas funções profissionais por até 20 horas semanais. Já no caso de quem vai para lá querendo estudar por até 90 dias, pode viajar com o visto de turista. Apesar de o lugar não oferecer boas oportunidades de emprego, essa pode ser uma boa chance de aperfeiçoar o inglês.

Para quem optar pela Austrália, com suas belas ilhas, é preciso saber que estudar no país por até 12 semanas exige apenas o visto de turismo. Nesse caso, o estudante pode trabalhar 20 horas por semana durante o período letivo e nas férias em período integral. Ficar mais tempo no país exige que a pessoa tire o visto de estudante. Caso queira trabalhar durante esse tempo, é preciso seguir algumas regras, como matricular-se em um curso superior com no mínimo 20 horas de aula por semana, realizar exames médicos e fazer o pagamento integral do curso. Vale lembrar que o visto deve ser solicitado com, pelo menos, dois meses de antecedência. A validade costuma ser dada pelo período do curso, com mais um mês de prorrogação.

No Canadá, estudantes com visto em dia e bons conhecimentos de inglês ou francês não costumam ter dificuldade em encontrar um emprego

No Canadá, estudantes com visto em dia e bons conhecimentos de inglês ou francês não costumam ter dificuldade em encontrar um emprego

Estudar no Canadá exige, obrigatoriamente, que os brasileiros providenciem um visto de estudante com, no mínimo, três meses de antecedência da data de início do curso. Quem estiver matriculado em programas de cursos técnicos ou em alguma universidade, pode trabalhar legalmente no país, sem precisar de nenhum visto especial além do de estudante. No Canadá, não costuma ser difícil conseguir um emprego nessas condições, desde que o aluno tenha um nível avançado de inglês ou francês, dependendo da cidade onde for ficar.

Na Espanha, quem for ficar até três meses não precisa de nenhum tipo de visto, nem mesmo o de turismo. Para um período maior de estudos, no entanto, é preciso requerer o visto no consulado. O país exige um comprovante de matrícula do curso e de residência, um termo de responsabilidade assinado pelos pais ou demonstrativo de renda, atestado médico e seguro saúde. Para trabalhar, é necessário mostrar o contrato enviado pela empresa e autorizado pelo Ministério do Trabalho da Espanha, atestado médico e de antecedentes criminais. Sendo aprovado, o estudante pode trabalhar por até 20 horas por semana.

Dublin é o destino preferido dos estudantes que procuram a Irlanda para estudar e trabalhar

Dublin é o destino preferido dos estudantes que procuram a Irlanda para estudar e trabalhar

O visto de estudante na Irlanda exige que a pessoa esteja matriculada em um curso de, no mínimo, 25 semanas de estudo, com pelo menos 15 horas semanais. O estudante pode trabalhar 20 horas por semana e 40 horas nas férias. A boa notícia é que quem se matricula em um período de seis meses ganha o direito de permanecer no país por até um ano, com direito a emprego remunerado. Na Irlanda, não é preciso ter nenhum conhecimento de inglês para se candidatar ao visto de estudante.

Nos Estados Unidos, os brasileiros, sejam como turistas, estudantes ou trabalhadores, precisam solicitar o visto. Mas, trabalhar na maior potência mundial antes de acabar os estudos vai depender do visto de estudante que a pessoa tenha. Em alguns casos, é possível exercer funções dentro do campus da universidade por, no máximo, 20 horas por semana durante o período letivo e 40 horas semanais nas férias. Em outros casos, os estudantes não são autorizados a trabalhar sob nenhuma hipótese.

A Universidade de Otago, na Nova Zelândia, recebe estudantes do mundo todo

A Universidade de Otago, na Nova Zelândia, recebe estudantes do mundo todo

Na Nova Zelândia, os intercambistas matriculados em cursos que tenham até 14 semanas de duração podem trabalhar no país. A regra, porém, só é válida para as escolas cadastradas pela NZQA (New Zeland Qualifications Authority) e para os alunos que estudem, ao menos, 20 horas por semana, conquistando o direito de trabalhar outras 20 horas semanais. Alunos que estudem no país por mais de 12 meses podem trabalhar integralmente.

Para estudar na França por mais de três meses é preciso solicitar o visto de estudante, levando comprovante de matrícula, termo de responsabilidade assinado pelos pais e a garantia de ter, ao menos, US$ 300 para cada mês de permanência. Com o visto de estudante em mãos, o aluno pode trabalhar por até 20 horas semanais, no campus da universidade ou fora dele. Nas férias, o estudante é autorizado a trabalhar em período integral.

Alguns campus universitários são ótimos para a socialização dos alunos

Alguns campus universitários são ótimos para a socialização dos alunos

A Inglaterra só exige visto de estudante para quem for permanecer mais de seis meses em seu território. Estudantes que obtiverem nível NQF6 podem trabalhar por 20 horas semanais e horário integral nas férias. Os demais estudantes podem exercer suas atividades profissionais por 10 horas por semana. É necessário, em qualquer um dos casos, ter um nível mínimo de inglês.

Quem tiver interesse em estudar no Japão – um dos países mais fascinantes do mundo-, precisa pedir o visto que garante a permanência em território japonês. Para trabalhar com o povo nipônico, no entanto, é preciso uma autorização que deve ser solicitada no Posto de Imigração Regional. Assim, os universitários podem trabalhar por até 28 horas semanais, enquanto os pré-universitários podem exercer atividades profissionais por apenas quatro horas diárias.

Fonte: Pure Viagem